Os limões da tequila. A tinta da caneta. As paginas do livro. E o açucar do café!

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Dance em meu silêncio

Dance em meu silencio

Satisfaça minha dor

Eu sou tão sombria quanto você

Nós fizemos tanto pras chamas começarem

Nos tornamos tão distantes do que costumávamos ser

Me de pequenas memórias

Em gotas de prazer

Nós fomos tantas vezes apenas tão estúpidos

Tão confundíveis com insanos e tolos

Me de sua dose de nostalgia

Tão necessária como todo oxigênio

Que demos através disso

Gritamos tão alto

Porque nada nos afetaria

Mas é tão fácil se esconder

Enquanto a tempestade cai

E qual o valor do fim

Se a vida não passa de uma poesia barata embriagada num copo de vodca

Oh! Nós fizemos tanto pras chamas começarem

Não há gloria em todo oxigênio desperdiçado

Quando isso se torna apenas fragmentos de memórias perdidas

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2 Vomite suas palavras aqui :D:

Felipe Braga disse...

"E qual o valor do fim
Se a vida não passa de uma poesia barata embriagada num copo de vodca"

Lindo e amargo. Sombrio, mas iluminado pela poesia. Como sempre, vir aqui me faz bem.
Beijos.

Ana (: disse...

Aaaah, sagitário, como sempre nem preciso dizer que seus poemas passam da perfeição, né? ;D

Heey, tem dois selinhos pra você no meu bloog, viu?

Beijãão ♥